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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Renascimento e Barroco - As diferenças que os separam e as diferenças que os unem

20 - Novembro - 2014
Sumário: Renascimento e Barroco - As diferenças que os separam e as diferenças que os unem ...........................................

Entre os séculos XVIII e XIX o Renascimento e Barroco transformaram profundamente o urbanismo Europeu.As diferenças de actuação eram díspares, enquanto o Renascimento procurava a imobilidade dos objectos que compõem o espaço urbano, o Barroco quer expressar movimento.O Renascimento procurava a perfeição numa arte calma o Barroco usa o poder da emoção para impressionar o espectador, em detrimento do equilibrio renascentista.Como exemplo destas dinâmicas urbanas temos:- Piazza della Annunziatta (Florença), Renascimento;- Praça do Capitólio de Miguel Ângelo e Praça de São Pedro em Roma - Barroco.No que confere aos elementos urbanos, as fortificações resultam da evolução das técnicas militares com a disseminação do canhão. Foram criados complexos sistemas defensivos com fossos, rampas, baluartes e muralhas, de aspecto estático e pesado é um sistema defensivo dispendioso. A morfologia da cidade vai ser condicionada pela forma das fortificações que têm um grande impacto visual no território.Relativamente à rua enquanto elemento urbano esta ganha uma enorme importância, a rua renascentista é resultado de um gesto recto na malha urbana executando a sua função primordial, aceder aos edifícios. A rua tornou-se num eixo de perspectiva de valorização urbana.A rua dá origem à avenida tornando-se num elemento cénico muito proponderante é onde decorrem as movimentações humanas como procissões e cortejos. O efeito cénico da rua é dado pelas fachadas dos edifícios que eram utilizadas como meio de ostentação pela nobreza e burguesia do seu poder económico.A rua é um elemento urbano que articula a cidade e é hierarquizado consoante a sua importância. Uma grande invenção deste periodo foi a introdução de alinhamentos arbóreos nas ruas.O desenho da cidade é dado por traçado recticular geométrico, é muito funcional e responde às necessidades distributivas, organizacionais e habitacionais. Também responde à divisão cadastral.

 
Lamas, José Ressano Garcia, Morfologia urbanae desenho da cidade



Lamas, José Ressano Garcia, Morfologia urbanae desenho da cidade



Piazza della Annunziatta, FlorençaFonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f9/Piazza_SS_Annunziata_Firenze_Apr_2008_(18)-Piazza_SS_Annunziata_Firenze_Apr_2008_(27).jpg


Praça do Capitólio, Roma
Fonte:http://farm9.staticflickr.com/8294/7590787154_1054078a22_z.jpg

Praça do Capitólio, Roma
Fonte: http://farm8.staticflickr.com/7129/7590747564_72b49a31f5_z.jpg


Praça de São Pedro, Roma (Bernini)
Fonte: http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2012/08/praca-de-sao-pedro.jpg

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Roma Antiga

17 - Outubro - 2014
Sumário: Roma Antiga
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O urbanismo e a cultura romana foram fortes influências em toda a Europa.
O desenho da cidade é pensado de uma forma mística dando um sentido religioso à cidade. Era delimitado um perimetro da cidade não permitindo a entrada de outras religiões, com esta restrição o Cristianismo cresceu apenas nas periferias das cidades.
O traçado da cidade obedecia a um ritual religioso, a sua implantação era orientada de Este para Oeste - Decumanos Maximus, e de Norte para Sul - Cardus. Este traçado cruza-se no centro de uma forma cósmica. Este desenho de cidade irá influênciar o modo de conceber cidade a internacionalmente.
Além do Cardus e do Decumanos os romanos utilizavam a quadricula para definir quarteirões e ruas pois esta estrutura em rede facilita a colocação de infraestruturas viárias como o abastecimento de águas, esgotos e drenagens pluviais.
A construção das cidades precisavam de regulamentação, foi então aplicado pela primeira vez em Roma o termo Regulamentação Urbanística, este documento juridico previa as regras, as interdições e obrigações nas construções e demolições.
O conceito de zonamento surge como consequência da hierarquia social e da organização urbano.
Surgiu também a construção em altura as insulae que comportam seis andares substituindo os domus de apenas um piso.
Relativamente ao quarteirão romano, é na sua maioria residencial e é ocupado por uma villa ou por insulae e sem logradouro, são os muros e as fachadas que fazem o percurso da rua.
O poder imperial era demonstrado nas grandes obras, monumentos e infraestruturas.
Foram construidos espaços públicos de grande envergadura como o circus maximus, também construiram-se teatros, termas, mercados,etc.
Em 64 a.c, deu-se o incêndio do Campo de Marte, após isto existiu um plano de intervenção do Estado e também de iniciatica privada onde se estabeleceu taxas e direitos de construção.
As invenções romanas são: a ponte, a "obra de arte", o aqueduto, o canal entre outras.


Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/10/Arch_of_SeptimiusSeverus.jpg


Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/bb/Coliseum-of-Rome.JPG


Fonte:http://www.estudopratico.com.br/wp-content/uploads/2012/11/historia-da-roma-antiga.jpg


Fonte:http://pessoal.educacional.com.br/ui/20021/1111376/planRome.jpg 



Fonte: LAMAS, José, Morfologia urbana e desenho da cidade


Fonte: LAMAS, José, Morfologia urbana e desenho da cidade


Fonte: LAMAS, José, Morfologia urbana e desenho da cidade